Textos sobre identidade profissional, ética, formação, vida clínica e o que significa ser terapeuta hoje.
A questão não é revelar ou não. É a serviço de quê. Quando a autorrevelação serve ao processo e quando serve ao terapeuta, e como distinguir os dois no calor da sessão.
Cinco cenários reais, o que fazer em cada um, e como pensar clinicamente a presença digital antes de ser surpreendido por uma situação para a qual você não tem resposta pronta.
O sigilo não é absoluto. Quando quebrá-lo é obrigação legal, o que a Resolução CFP 10/2005 e o ECA determinam, e como documentar a decisão para se proteger juridicamente.
O encerramento é tão clínico quanto o início. Como identificar o momento certo, conduzir as sessões finais, o que Freud disse em 1937 e o impacto emocional para o terapeuta.
O esgotamento profissional do terapeuta se instala devagar, disfarçado de cansaço normal. Os 8 sinais específicos de quem trabalha com escuta e o que fazer quando aparecem.
O terapeuta que não aprendeu a descansar não tem um problema de agenda. Tem um problema de identidade. Por que o domingo é o espaço clínico de si mesmo.
O tripé não é burocracia institucional. É o que separa o analista que escuta do analista que projeta. Guia completo com amparo legal, nota fiscal e CNAE.
O atendimento online não é versão reduzida da clínica presencial. É um setting diferente, com exigências próprias e limites estabelecidos pelo CFP.
O Brasil tem mais de 440 mil psicólogos registrados. Uma fração minúscula está em supervisão regular. Esse número diz algo sobre como a profissão cuida de si mesma.
A relação do terapeuta com o dinheiro não é administrativa. É clínica. Freud foi o primeiro a dizer isso, e o desconforto persiste por razões que valem examinar.
O que os pacientes nos revelam sobre nossas próprias zonas cegas, e por que supervisão não é opcional para quem leva a clínica a sério.