Quanto de si o terapeuta revela ao paciente, e quando essa revelação serve ao processo e quando serve ao terapeuta. A linha entre os dois não é sempre clara, e confundi-la tem consequências clínicas reais.
Ler matéria completaFreud publica as "Recomendações ao médico" com a metáfora do espelho analítico
Freud, Obras Completas · Vol. XIICinco cenários reais e o que fazer em cada um. Como pensar clinicamente a presença digital antes de ser surpreendido por uma situação sem resposta pronta.
O sigilo não é absoluto. Quando quebrá-lo é obrigação legal, o que a Resolução CFP 10/2005 e o ECA determinam.
O encerramento é tão clínico quanto o início. Como identificar o momento certo e conduzir as sessões finais.
"O terapeuta que se revela demais não está sendo mais humano. Está sendo menos clínico. A humanidade que serve ao processo é a que permanece disponível sem ocupar o espaço do paciente."
David Carvalho, Psicanalista Clínico Freudiano